Vamos intervir na área da saúde, começando pelo Rio, diz Bebianno



Segundo o futuro ministro da Secretaria-Geral da Presidência, hospitais seriam dominados por milicianos e uma atuação serviria de “paradigma”

Brasília – O futuro ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, disse ao jornal O Estado de S. Paulo que o governo Jair Bolsonaro fará uma “intervenção imediata” nos hospitais do Rio com gestão federal. Segundo ele, esses hospitais seriam dominados por milicianos e uma atuação serviria de “paradigma”.

O Rio tem seis hospitais e quatro institutos subordinados ao Ministério da Saúde. Até 31 deste mês, a segurança pública do Estado estará sob intervenção federal, ainda sem definição de como ficará a partir de 2019. Bebianno também falou sobre decisão do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), que mandou suspender a prisão após condenação em segunda instância. Para Bebianno, a medida foi “precipitada”. Em relação ao ministro Ricardo Lewandowski, que deu liminar obrigando o governo federal a pagar reajuste aos servidores em 2019, afirmou que a decisão foi “irresponsável”.

Quais as primeiras medidas a serem adotadas pelo governo a partir de 1.º de janeiro?

O governo pretende fazer a máquina funcionar em benefício do cidadão. Em curto prazo, vamos atacar a área da saúde, começando pelos hospitais com gestão federal no Rio de Janeiro, que é uma caixa de ressonância importante para o Brasil. O que fizermos no Rio será paradigma para o Brasil.