Philips reforça missão de melhorar a saúde e o bem-estar de 2,5 bilhões de pessoas, por ano, até 2030



Empresa é uma das patrocinadoras do HIS – Healthcare Innovation Show

Uma das temáticas recorrentes da edição 2022 do HIS – Healthcare Innovation Show é o avanço das soluções digitais no setor da saúde focadas na jornada de cuidado do paciente. Neste cenário, a Philips, empresa holandesa de tecnologia, reforça para o público do HIS o potencial do Brasil para alavancar a digitalização do setor em prol da população.

“O mercado encontra-se em um momento decisivo e promissor, pois os últimos anos aceleraram a adoção e a consolidação da tecnologia a favor do paciente com diagnósticos mais assertivos e tratamentos personalizados. A jornada do paciente, desde o agendamento até receber laudos e a possibilidade de ter acesso às imagens de exames é muito mais avançada do que até em alguns países mais desenvolvidos”, destaca o Informatics Business Marketing manager LATAM da Philips, Elton Tognon.

O executivo pontua que a Philips estabeleceu em 2010, na cidade de Blumenau, em Santa Catarina, o Centro de Excelência em Informática Clínica com a aquisição do principal software da companhia, o Tasy EMR. Na unidade são mais de 1.300 colaboradores que trabalham no desenvolvimento de softwares para gestão em saúde, além de soluções específicas para a área de cardiologia que são levadas para diversas partes do mundo.

O Tasy EMR é um produto 100% brasileiro e que se tornou uma solução global de prontuário eletrônico presente em mais de 1.500 instituições públicas e privadas na América Latina, além da Oceania, Ásia e Europa. Tognon afirma que o Brasil é um grande expoente na América Latina na adoção do prontuário eletrônico e na implementação do EMR (Electronic Medical Record), como o Tasy EMR, que é muito maior do que em outras localidades.

Interoperabilidade e a atenção voltada ao paciente  

Os avanços da saúde digital no país têm comprovado como as novas tecnologias podem ser essenciais na gestão administrativa e clínica nas instituições de saúde. Neste sentido, Tognon opina que a interoperabilidade é um conceito que possui uma grande capacidade de aliviar a rotina de trabalho dos profissionais da saúde e otimizar tempo e custos. A interoperabilidade permite a comunicação entre sistemas para compartilhamento de dados e troca de informações, o que cria um ambiente colaborativo de interação, que aprimora a relação entre pares e entre profissionais da saúde e pacientes.

O executivo da Philips destaca que a interoperabilidade conta com recursos de Inteligência Artificial (IA), permite a automação de processos ao simplificar os fluxos de trabalho. Ele comenta que, com a inserção de novas tecnologias no dia a dia, é possível perceber a urgência de liberar os profissionais de saúde de processos repetitivos para que eles possam, de fato, se concentrar no que os atraiu à medicina: cuidar de pessoas.

“Com o foco nas pessoas, podemos desenvolver soluções baseadas em IA que atuam como assistentes, apoiando os profissionais de saúde nos momentos em que eles mais precisam, porque se há uma verdade evidenciada pela crescente crise de escassez de pessoal e burnout na área da saúde, é que não há saúde sem profissionais saudáveis e engajados”, finaliza Tognon.